Facebook, Twitter, Google Plus, Instagram, LinkedIn,
Pinterest… Para muitos são simples passatempos, mas para outros são
ferramentas de trabalho de importância fundamental para o chamado marketing
digital.
Muito se tem falado sobre a importância das redes sociais para
as empresas e como elas podem ser usadas a favor das instituições. Uma
página no Facebook ou uma conta no twitter, por exemplo, além de frisar e
divulgar a marca pode ser usada para manter contato com o público, monitorar
concorrentes, gerenciar crises, etc.
Hoje é comum as pessoas terem acesso à internet em qualquer
lugar. Um produto com problema ou um serviço mal feito logo é divulgado nas
redes sociais e a velocidade com que as reclamações espalham é gigantesca, o
que pode comprometer empresas e, com isso, as redes sociais acabam virando um
verdadeiro SAC instantâneo.
Para
isso as instituições (seja através de agência ou com funcionário próprio) estão
contando com um profissional novo no mercado, o analista de mídias sociais, ou social media. Esse profissional
é responsável por administrar as contas das redes sociais da empresa e
gerenciar conteúdo para as mesmas. O social media irá monitorar, com o
auxílio de ferramentas apropriadas, tudo que diz respeito ao seu cliente na
internet, fazendo relatórios que mostrarão diversas informações como, por
exemplo, a visão e perfil do cliente, possíveis consumidores, reclamações,
dúvidas e ações dos concorrentes.
uma função de extrema importância, já que
os resultados destes relatórios serão fundamentais para as estratégias da
empresa. Por isso, o profissional que exercerá esta função precisa ser
qualificado e bem preparado com formação adequada, com cursos, livros e demais
estudos. Não dá para apostar em um primo que fica na internet o dia
inteiro para tomar conta da sua empresa no mundo virtual. Assim como alguns
pedem um parente sem nenhuma formação, mas que sabe usar o Corel, para fazer o
papel de designer ou publicitário.
Profissionalismo acima de tudo, caso contrário não adianta
reclamar quando o pão cair com a manteiga para baixo.
Por Rodolfo
Rodrigues, jornalista, com pós-graduação em empreendedorismo e marketing.

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